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Tecnologia que informa localização de quem liga para centrais de atendimento de emergência está disponível para os usuários do Sinesp CAD

A AML permite que órgãos de segurança pública acessem, com maior precisão e rapidez, a localização aproximada de quem realiza chamadas para números de emergência como 153, 190, 191, 193 e 199. Foto: ilustração

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Brasília, 08/08/2025 – Já está disponível, desde o dia 1º de agosto, uma ferramenta tecnológica que permite ao agente de segurança pública identificar imediatamente a localização de uma pessoa que faz uma ligação telefônica de aparelho de celular para os números de emergência conectados através do Sinesp CAD do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Isso pode fazer a diferença em situações críticas, como acidentes de trânsito em rodovias, incêndios, crimes em andamento ou emergências médicas. A precisão do sistema reduz erros e possibilita o envio mais rápido de viaturas e socorristas.

A ferramenta foi integrada ao Sinesp CAD — sistema utilizado por centrais de atendimento e despacho de ocorrências policiais e de emergência — por meio de uma parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Advanced Mobile Location (AML) é uma tecnologia adotada em diversos países e que agora passa a reforçar o sistema de emergências como 153 (guarda municipal), 190 (Polícia Militar), 191 (PRF), 193 (Corpo de Bombeiros) e 199 (Defesa Civil) usuários do SINESP CAD. O objetivo principal é reduzir o tempo de resposta e direcionar os recursos de socorro com mais precisão, especialmente em situações em que a vítima não consegue fornecer detalhes exatos de sua localização.

Rapidez no atendimento

Assim que o cidadão telefona para um dos números de emergência, o agente de segurança pública identifica a posição do aparelho celular usando GPS, redes Wi-Fi e torres de telefonia, e transmite esses dados em poucos segundos para os centros de atendimento integrados ao Sinesp CAD. A AML funciona de forma invisível ao usuário, sem a necessidade de aplicativos ou permissões manuais.

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A funcionalidade já está em operação nos estados do Acre (AC), Amapá (AP), Pará (PA), Piauí (PI) e São Paulo (SP), e para agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Entre março e junho de 2025, quando a tecnologia foi implementada em fase de testes, foram processadas quase 2 milhões de localizações com apoio do sistema.

A diretora de Gestão e Integração de Informações (DGI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do MJSP, Vanessa Fusco, lembra que a ferramenta de tecnologia é gratuita e possibilita o atendimento e despacho de emergência fornecida às forças de segurança pela Senasp.

“O atendimento em momentos cruciais do cidadão passa a ser muito mais rápido, devido ao fornecimento quase que exato da sua localização, minimizando o tempo de espera. Com mais este passo, a Senasp, por meio da DGI, caminha para a consolidação de sua posição como o broker de fornecimento de tecnologias inovadoras às forças de segurança, marca da atual gestão”, ressalta Vanessa Fusco.

Como participar

Para que o sistema seja habilitado, o órgão de segurança pública interessado deve enviar uma autorização formal ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que, por sua vez, solicita a liberação da funcionalidade à Anatel. Após esse processo, a AML passa a funcionar automaticamente nas chamadas originadas de aparelhos celulares, integrando os dados de localização ao Sinesp CAD.

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Atualmente, o serviço já está sendo utilizado por 100 guardas municipais em São Paulo, pela PRF, além de outros estados que aderiram à tecnologia. A expectativa do governo é expandir o uso para todo o território nacional, ampliando a eficiência das ações de resgate e segurança pública.

Benefícios diretos

A principal vantagem do AML está na agilidade com que as equipes de emergência conseguem identificar o local do chamado. Além disso, a iniciativa segue uma tendência internacional de modernização dos serviços de emergência. Países europeus, como Reino Unido e Alemanha, já utilizam a tecnologia AML com resultados positivos no aumento da eficácia do socorro e na redução de perdas humanas em situações de crise.

Com os primeiros resultados já demonstrando eficiência — como o processamento de quase 2 milhões de localizações em apenas quatro meses — o MJSP trabalha agora para incentivar que mais municípios e estados adiram ao Sinesp CAD e autorizem formalmente o uso da AML. A ferramenta foi integrada ao Sinesp CAD — sistema utilizado por centrais de atendimento e despacho de ocorrências policiais e de emergência — por meio de uma parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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