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Expansão da infraestrutura elétrica fortalece o Sistema Interligado Nacional

- Foto: Ricardo Botelho/MME

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Com planejamento e investimento em geração e transmissão, o setor energético brasileiro avançou no fortalecimento do Sistema Interligado Nacional (SIN), ampliando a capacidade de atendimento aos consumidores, reforçando a segurança energética e conectando regiões historicamente afastadas da infraestrutura elétrica do país. Entre 2023 e 2026, foi ampliada a integração elétrica do país, reforçando a confiabilidade do fornecimento de energia em diferentes regiões do Brasil.

O principal marco foi a interligação de Roraima ao SIN. Com a entrada em operação do Linhão Manaus-Boa Vista, em 2025, todas as capitais brasileiras passaram a integrar a rede nacional de transmissão de energia elétrica. O fortalecimento do setor também se deu por meio da conexão de localidades anteriormente atendidas por sistemas isolados. Regiões como Parintins e Itacoatiara, no Amazonas, e Juruti, no Pará, passaram a ser atendidas pelo SIN, ampliando a confiabilidade do fornecimento de energia para milhares de brasileiros e reduzindo a dependência de geração térmica e de combustíveis fósseis, além de minimizar custos para todos os consumidores.

“Estamos construindo um sistema elétrico cada vez mais forte, integrado e preparado para o futuro. A interligação de Roraima ao Sistema Interligado Nacional marcou um momento histórico para o país e simboliza os avanços que estamos promovendo em geração, transmissão e segurança energética. Com mais investimentos e planejamento garantimos mais confiabilidade no fornecimento para milhões de brasileiras e brasileiros”, ressaltou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

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Expansão da infraestrutura

A expansão do setor elétrico foi acompanhada pelo fortalecimento da infraestrutura de transmissão. No primeiro semestre de 2026, mais de 2 mil km de linhas de transmissão entraram em operação comercial, ampliando a malha nacional para mais de 192 mil km e robustecendo a capacidade de escoamento e intercâmbio de energia entre os subsistemas.

No mesmo período, o Brasil alcançou 218 GW de potência instalada em geração centralizada, com 84,8% da capacidade proveniente de fontes renováveis. Foram incorporados 2.628 MW ao sistema com a entrada em operação de 62 usinas, enquanto a micro e minigeração distribuída superou 50 GW. Entre os destaques, a Usina Termelétrica GNA II, com 1,7 GW instalados no Rio de Janeiro, reforçou a oferta de energia e a segurança operativa do SIN.

Novo PAC acelera o crescimento do setor elétrico

Os investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) também impulsionaram a expansão da infraestrutura elétrica. Até junho de 2026, 446 usinas foram concluídas, adicionando mais de 20 GW de capacidade instalada à matriz elétrica brasileira e ampliando a oferta de energia para atender ao crescimento da demanda.

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O período também foi marcado pelo planejamento da expansão da rede, com leilões de transmissão que contrataram milhares de km de novas linhas e subestações. Tais avanços reforçam o papel estratégico do SIN para o desenvolvimento do país. Ao ampliar a integração regional, conectar sistemas isolados, expandir a transmissão e incorporar novas fontes de geração, o Brasil fortalece cada vez mais a infraestrutura responsável por levar energia elétrica com segurança, qualidade e confiabilidade a milhões de consumidores.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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